
10 de setembro de 2007 | Imprensa AMERERJ |
POR QUE OS MÉDICOS RESIDENTES
DO RJ DEVEM IR AO 41º CNMR EM BLUMENAU?
ATENÇÃO MÉDICOS RESIDENTES, lembrem-se:
1) O GOVERNO QUER CORTAR AS ÁREAS DE ATUAÇÃO (SUBESPECIALIDADES);
2) QUE POR APENAS 01 (UM) VOTO NÃO FOMOS OBRIGADOS A TER ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DE 3 MESES NA AMAZÔNIA;
3) O GOVERNO NÃO CONCEDEU O REAJUSTE ACORDADO PARA JULHO DESTE ANO;
4) O GOVERNO QUER AUTORIZAR O INGRESSO DE MÉDICOS FORMADOS EM CUBA NAS RESIDÊNCIAS MÉDICAS DO BRASIL;
5) O GOVERNO NÃO VAI CONCEDER REAJUSTE NENHUM SE NÃO REINICIARMOS AS NEGOCIAÇÕES E MARCARMOS PARALIZAÇÃO DE 24h PARA MOSTRAR A FORÇA DO MOVIMENTO.
É de fundamental importância a participação de médicos residentes, alunos da faculdade de medicina e médicos preceptores para que sejam conhecidos os reais fatos da medicina no Brasil e o que podemos fazer para evitar uma deterioração total de nossa profissão.
Entenda como funciona o mercado médico na área financeira e política. Por que todos ganham dinheiro com a medicina menos o médico? O que falta em nossa formação?
Instruções para o 41o Congresso Nacional de Médicos Residentes
Blumenau – SC
1- Declaração do Centro de Estudos dizendo o número total de Médicos Residentes que há no hospital;
2- Ata de Assembléia Geral Extraordinária da Associação de Médicos Residentes do hospital assinada por pelo menos 20% do número total de residentes;
3- Poderão ser inscritos como DELEGADOS os Médicos Residentes eleitos (escolhidos) na Assembléia Geral Extraordinária. Eles estarão representando o Hospital e o estado do RJ e terão poder de voto nas deliberações finais do Congresso. Poderão ser “DELEGADOS” apenas cerca de 10% do número total de residentes. 01 (um) para cada 10 (dez) ou fração superior a 6 (seis);
4- Assinatura na última página dos representantes dos residentes do hospital;
5- Nome, CPF, email, CRM e celular dos delegados.
Blumenau nos espera!
Um abraço!!

10 de setembro de 2007 | Imprensa AMERERJ |
NOTÍCIAS DOS PROGRAMAS DE RESIDÊNCIA
Descredenciamento de Programas de Residência Médica:
1- IASERJ - Cirurgia Plástica, Clínica Médica e Dermatologia;
2- Hospital Municipal Munir Rafful (Hospital do Retiro) - Volta Redonda - Clínica Médica e Pediatria;
Programas de Residência Médica em Diligência:
1- Hospital São João Batista - Volta Redonda - Diligência no PRM de Ginecologia e Obstetricia;
Denúncias de PRMs que aguardam visita da CEREMERJ:
1- Hospital Orêncio de Freitas - Niterói - Cirurgia Geral
Visitas solicitadas pelo próprio hospital à CEREMERJ:
1- Hospital Lourenço Jorge - Ortopedia

25 de junho de 2007 | Folha de S.Paulo – edição 24 de junho de 2007 |
RESIDÊNCIA MÉDICA CHEGA AOS 30 ANOS COM PROBLEMAS SEGUNDO PROF. ANTÔNIO CARLOS
A residência médica chega aos 30 anos no Brasil com problemas que vão desde a falta de preceptores (especialistas para formar os residentes) até a exploração do trabalho dos residentes. Segundo Antonio Carlos Lopes, 59, secretário-executivo da Comissão Nacional de Residência Médica e diretor do departamento de residência médica da Secretaria Nacional de Ensino Superior do MEC, 90% das instituições que pedem mais vagas para residentes só estão interessadas em ter gente para dar conta do trabalho nos ambulatórios.
Folha - A residência médica chega aos 30 anos com qualidade?
Antonio Carlos Lopes - Evidentemente a qualidade da residência varia muito de um local para o outro. Ela varia de acordo com as regiões e de uma instituição para outra. Há instituições de excelência e há outras com problemas.
Folha - Quais são os principais problemas?
Lopes - A residência depende da presença de um preceptor, que precisa ter habilidades, ética, atitude, informação e que saiba ensinar pelo testemunho da sua presença. É preciso também que haja um supervisor experiente que idealize a metodologia do ensino da residência e é necessário, ainda, que a instituição ofereça materiais e recursos ao residente. Fechei várias residências em Brasília porque a luva era saquinho de plástico, o que é inaceitável. Em alguns locais, falta estrutura mínima para o indivíduo ser treinado. E há também sobrecarga grande de trabalho para o residente. Em muitos casos, ele vira mão-de-obra barata.
Folha - Os hospitais abusam do trabalho dos residentes?
Lopes - Sim. A prova é que, se o residente entra em greve, o hospital fecha.
Folha - E por que há esse abuso?
Lopes - Constantemente há solicitação para que a gente aumente o número de vagas de residência. A maioria desses locais que pede o aumento de vagas não está preocupada com a formação dos residentes. Eles querem mais gente que toque o trabalho no ambulatório, que desafogue o serviço. Noventa por cento de quem pede mais vagas é porque precisa de gente para tocar o trabalho.
Folha - O que um residente faz hoje que não deveria estar fazendo?
Lopes - Ele não deveria estar trabalhando sem preceptoria adequada, não deveria estar tocando ambulatórios sozinhos, por exemplo. Ele não pode ser mão-de-obra barata, ele é aluno e precisa ser supervisionado. Residência médica não é tocação de serviço.
Folha - É difícil encontrar bons preceptores?
Lopes - É. O preceptor não é remunerado, acabou a residência, pode estar trabalhando e acaba quebrando o galho como preceptor. Quando, na realidade, o preceptor tem de estar intimamente ligado ao residente. Neste ano, estamos tentando resgatar a qualidade do preceptor. Como não temos como pagá-lo porque isso envolve leis trabalhistas, vamos registrá-los no MEC. Eles passarão a ter um certificado que deverá contar pontos na pós-graduação e poderá servir como diferencial em concursos.
Folha - Há muitos preceptores que não são bem preparados?
Lopes - Na realidade, hoje os preceptores são aqueles que não têm o que fazer, não há interesse pela preceptoria.
Folha - Quais são os outros objetivos do MEC em relação à residência?
Lopes - Outro ponto é estabelecer um instrumento de avaliação dos programas de residência. Hoje há avaliação a cada cinco anos, mas queremos acompanhar isso mais de perto. Estamos estabelecendo comissões de acompanhamento para saber se as falhas apontadas estão sendo corrigidas. Não vamos mais esperar cinco anos para fechar uma residência. Antes também era possível que um pediatra avaliasse a neurocirurgia, mas agora já há resolução que diz que a vistoria tem de ser feita por médico da área.
Folha - Esse acompanhamento não existia antes?
Lopes - Assim, contínuo, não. As visitas de acompanhamento passarão a existir já neste ano. Só assim teremos médicos mais bem formados.
Folha - Como estimular a residência em regiões mais distantes?
Lopes - No Acre, por exemplo, falta cardiologista e não há residência na especialidade lá. Então pegamos quem fez residência em clínica médica no Estado [é preciso fazer essa antes] e ele presta concurso para residência de cardiologia em outro Estado, paga pelo governo. Formado, volta ao Acre para implantar a residência lá. É uma forma de fixá-lo no local.
Folha - Mas há um contrato que o obriga a voltar para o Acre?
Lopes - Ele faz residência onde foi aprovado e no último ano completa a formação no Acre. Senão, não recebe certificado.
Folha - É também por conta dos problemas na residência que há médicos malformados?
Lopes - É, porque se você faz um curso de graduação péssimo e uma residência ruim, vai para o mercado de que jeito?

25 de junho de 2007 | Imprensa AMERERJ |
POSSE DA AMERERJ
Associação de Médicos Residentes do Estado do Rio de Janeiro – AMERERJ tem a honra de convidar os médicos residentes fluminenses para a solenidade de Posse de sua Nova Diretoria, Gestão 2007-2008, , a realizar-se no dia 05 de Julho de 2007, às 20 horas, na Sede do CREMERJ, sito na Praia de Botafogo, 228 – Botafogo/RJ.
DIRETORIA – GESTÃO 2007/2008
Presidente – Dr. GUSTAVO MOTTA PEREIRA
Vice-Presidente – Dr. ARMANDO NOVAIS NETO
Primeiro-Secretário – Dr. RODRIGO ARMANI LINO DE SOUZA
Segundo Secretário – Dra. FLÁVIA DE SOUZA VASQUES MARTINS
Primeiro Tesoureiro – Dra. RAQUEL DE MORAIS MEDEIROS
Segundo Tesoureiro – Dra. MÁRCIO LITTLETON LAGE CHRISTINO
Após a cerimônia, será servido coquetel no Restaurante SCOTTON, no Centro Empresarial Rio.
ATENÇÃO: Entre em contato com a Diretoria e
solicite seu convite.
24 de junho de 2007 | Imprensa AMERERJ |
NOVA DIRETORIA ELEITA
A Nova Diretoria da AMERERJ recebeu apoio da Associação Nacional de Médicos Residentes (ANMR) em encontro no Distrito Federal.
Segundo Dr. Daniel Pereira, presidente da ANMR, a AMERERJ terá toda a ajuda necessária para continuar seu trabalho no estado fluminense.
- Parabéns aos médicos residentes do Rio de Janeiro! - disse Pereira.
Dr. Gustavo Motta, presidente eleito, cita os seus objetivos a frente da associação:
- Vamos continuar o trabalho em defesa da residência médica com ênfase na qualidade de ensino, preceptoria e respeito aos interesses dos médicos residentes.
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